23 de fev. de 2026

VEILING MARKET 2026 - Edição 31ª

Veiling Market - 31ª edição

Datas e horários:  dia 12/03 – das 8h às 17h e dia 13/03 – das 8h às 16h

Local: Cooperativa Veiling Holambra

Endereço: Rodovia SP-107, km 27 – Santo Antônio de Posse (SP)

Inscrições: gratuitas no link 

www.veiling.com.br/vmkt

Veiling Holambra antecipa tendências de flores e plantas que estarão no mercado em 2026

31ª VEILING MARKET 2026


A 31ª edição da feira de negócios Veiling Market acontecerá nos dias 12 e 13 de março e reunirá 183 expositores. Além de vendas antecipadas para as mais importantes datas do primeiro semestre, como Dia das Mães e Dia dos Namorados, o Núcleo de Tendências apresentará as variedades, cores, formatos e conceitos almejados pelos consumidores, paisagistas, decoradores e varejo especializado. As empresas de melhoramento genético também estarão presentes para apresentar os cultivares com alto potencial comercial para os próximos anos.

A Cooperativa Veiling Holambra realiza, nos dias 12 e 13 de março de 2026, a 31ª edição do Veiling Market, a mais completa feira de negócios do setor de flores e plantas ornamentais no Brasil. O evento reúne produtores, clientes e parceiros em um ambiente estratégico para negociações do primeiro semestre e, principalmente, para a apresentação das flores e plantas que devem ganhar destaque no mercado ao longo de 2026. O evento vai além da exposição de produtos. A feira se destaca como um espaço de antecipação de tendências, apresentando variedades, cores, formatos e conceitos que dialogam com o comportamento do consumidor e com as demandas do paisagismo, da decoração e do varejo em 2026. 

Entre os principais destaques está o Núcleo de Tendências, com curadoria do especialista Dr. Hélio Junqueira, referência nacional em mercado e comportamento na floricultura. “Nesse espaço, trazemos um tema emergente no cenário internacional da floricultura e do paisagismo”, explica o curador. A proposta é ampliar o olhar do público para movimentos globais que influenciam o consumo, a inovação e o desenvolvimento do setor, conectando o presente às oportunidades futuras.

Outro espaço estratégico é o Breeder Connect, que reúne empresas de melhoramento genético de flores e plantas ornamentais. O ambiente foi pensado para apresentar aos produtores e clientes cultivares com alto potencial comercial para os próximos anos, fortalecendo a conexão entre genética, inovação e mercado e antecipando o que deve chegar às prateleiras e projetos em 2026. Para complementar a experiência e ampliar o conteúdo técnico e estratégico do evento, a Univeiling, área de educação corporativa da cooperativa, prepara uma programação especial de palestras, voltada ao mercado e gestão. A agenda completa será divulgada em breve. Inspirado na tradicional Trade Fair Aalsmeer, da Holanda, o Veiling Market se consolidou como uma vitrine de lançamentos, inovação e tendências.

Desde sua primeira edição, em 2010, quando contou com 70 produtores expositores e 421 visitantes, a feira vem crescendo de forma consistente. Em 2026, alcança um novo patamar, com 183 cooperados expositores, reforçando sua relevância no calendário nacional da floricultura. Na edição de março do ano passado, o evento recebeu mais de 2.300 visitantes

VEILING MARKET 2026 - Edição 31ª


Sobre o Veiling Holambra

O Veiling Holambra é o mais completo centro comercial e logístico de flores e plantas do Brasil, com mais de 180 mil m² de área, sendo referência no mercado nacional. Com 36 anos de história, a cooperativa reúne mais de 470 produtores cooperados e atende mais de mil clientes ativos em todo o território nacional.

AGRADECIMENTO: A matéria e imagens acima recebi do  Ateliê da Notícia - 

redacao@ateliedanoticia.com.br 

Credenciamento para jornalistas: Informar nome do veículo de comunicação, nome completo do profissional, CPF e a data da visita pelo whatsApp (19) 99771-6735.

Vera Longuini (Jornalista responsável)


10 de fev. de 2026

MINI-HELICÔNIA - ( Heliconia acuminata A. Rich. )

MINI-HELICÔNIA - ( Heliconia acuminata A. Rich. )

Heliconia acuminata A. Rich.


NOME CIENTÍFICOHeliconia acuminata A. Rich.

NOME POPULAR: Mini-helicônia.

SINONÍMIAHeliconia pearcei Rusby.

FAMÍLIA: Heliconiaceae.

Nota: Muitos a associem às Musaceae (família da bananeira), mas essa classificação é considerada antiga.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América do Sul, no Brasil a ocorrência maior é na região amazônica.

PORTE: De 0,80 à 1,60 metros de altura.

FOLHAS: Com pecíolo longo, ovalado e alongado, com nervura principal clara e superfície marcada por nervuras.

Leaf: Heliconia acuminata A. Rich.

Nota: Suas folhas longas e pecíolos verticais lembram as de uma bananeira pequena. 

FLORES: Sua principal diferença das outras heliconias é sua inflorescência ereta, disposta em cima das folhas de brácteas finas e longas em forma de barco, nas cores vermelhas, alaranjada ou amarela, dependendo da cultivar, protegendo as flores das mesmas cores ou brancas. Flores no verão / outono.

Flower: Heliconia acuminata A. Rich.


RAIZES: Seus rizomas são ramificados e crescem horizontalmente sob o solo e produzindo novos brotos na base.

LUMINOSIDADE: Precisa de muita luz, mas não tolera luz do sol direto entre as 10h00 e 17h00.

Nota: O sol forte pode queimar as folhas, enquanto a sombra excessiva pode reduzir a floração.

ÁGUA: Manter solo sempre úmido, mas nunca encharcado.

CLIMA: Planta tropical, não tolera o frio. 

CULTIVO: Terra rica em matéria orgânica mantida úmida.

Como cuidar: MINI-HELICÔNIA - ( Heliconia acuminata A. Rich. )


UTILIZAÇÃO: Cultivada isoladamente ou em grupos, na formação de belos canteiros coloridos.

Nota: É bastante utilizada como flores de corte devido sua durabilidade.

PROPAGAÇÃO: Multiplica-se por divisão de rizomas (caule subterrâneo), com cerca de 10 a 12 cm, no fim do inverno e na primavera.

NOTA: Existe muitas espécies de Helicônia.

IMAGENS DESSA POSTAGEM: Fiz em Holambra / SP, podem ser utilizadas desde que citada a origem.

31 de jan. de 2026

GAMELEIRA, FIGUEIRA-BRANCA - ( Ficus glabra )

GAMELEIRA, FIGUEIRA-BRANCA - ( Ficus glabra ) 

Ficus glabra


NOME CIENTÍFICOFicus glabra.

NOME POPULAR: Figueira-branca, gameleira.

FAMÍLIA: Moraceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Brasil - Região sudeste.

PORTE: Chega atingir 30 metros de altura.

Roots: Ficus glabra


FOLHAS: São alternas, simples, espalhadas por uma copa bem frondosa, que pode alcançar 30 metros de diâmetro.

Leaf Ficus glabra

Leaf: Ficus glabra


FRUTOS: Figo globoso, pequenos, de coloração verde-claro quando maduro, apreciado pela fauna.


TRONCO
: Bem grossos, são revestidos de casca quase lisa, com coloração cinza-claro. A madeira produzida tem pouca durabilidade sujeita ao apodrecimento e ataque de cupins.

RAÍZESTem raízes tabulares: é um tipo de raiz suporte que recebe esse nome em razão de sua aparência de grandes tábuas. Elas atuam aumentando a sustentação da planta, além de ajudarem na aeração, normalmente suas raízes são do tamanho de sua copa. 


Tree root: Ficus glabra


LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Moderada, aprecia solo ligeiramente úmido, regar 1 vez por semana.

CLIMA: Prefere clima subtropical.

PODA: Não necessária, mas pode ser feita poda de formação, retirando ramos secos, mal formados e brotações laterais.

CULTIVO: De crescimento rápido, atinge porte gigantesco, aprecia solo areno-argiloso.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, misturar bem na terra retirada de um cova de 40 X40 cm cerca de 20 a 30 litros de esterco de gado bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Árvore de grande porte, maravilhosa para grandes espaços, como parques e jardins, fornecendo uma sombra espetacular. Não devem ser cultivada próxima de muros, passeios e residências, pois possui raízes superficiais.

PROPAGAÇÃO: Por sementes que devem ser colhidas quando começarem a cair.

FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei no Jardim Botânico Plantarum, localizado em Nova Odessa / SP.

Como cuidar: Ficus glabra


29 de jan. de 2026

LIMONETE, PLUMA-DE-NÉVOA - ( Tetradenia riparia )

LIMONETE, PLUMA-DE-NÉVOA - ( Tetradenia riparia )

Arbusto ornamental, aromático e medicinal.

Iboza bainessi, Ibosa galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium


NOME CIENTÍFICO
Tetradenia riparia.

NOME POPULAR: pluma-de-nevoa, limonete, pau-de-incenso, falsa-mirra, umuravumba.

SINONÍMIA: Iboza bainessi, Ibosa galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium.

FAMÍLIA: Lamiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: África do Sul. 

PORTE: Até 2 metros de altura.

FOLHAS: Espessas, denteadas, de cor verde e bastante perfumadas.

LEAF: Tetradenia riparia


Nota: Suas folhas tem propriedades medicinais e são indicadas no tratamento de várias doenças e também usada como repelente de alguns insetos.

LEAF: Tetradenia riparia


FLORES: Pequenas, numerosas, com cores que variam do branco ao róseo-creme, são bem perfumadas, surgem nos meses agosto a setembro.

Flower: Tetradenia riparia


LUMINOSIDADE:  Sol pleno

ÁGUA: Regar de forma moderada, não gosta de solo encharcado.

CLIMA: Tolerante ao frio e climas subtropicais.

PODA: Podar anualmente 50% dos ramos após floração.

CULTIVO: Muito rústica, cultivar em solo que tenha uma boa drenagem, tem crescimento rápido e floresce no primeiro ano.

FERTILIZAÇÃO: Usar NPK (04-14-08), antes da florada, geralmente no meio/fim do inverno.

UTILIZAÇÃO: Um arbusto que pode ser utilizado como planta ornamental e também como planta medicinal.

PROPAGAÇÃO: Por estaquia,  as estacas devem ser feitas após o término da florada. 

IMAGENS: Fiz em Holambra/SP, pode, ser utilizadas desde que mencionada a fonte.

24 de jan. de 2026

JATROFA-VERMELHA, PEREGRINA - ( Jatropha integerrima )

JATROFA-VERMELHA, PEREGRINA - ( Jatropha integerrima ) 

Jatropha integerrima,

NOME CIENTÍFICONOME CIENTÍFICOJatropha integerrima. 

NOME POPULAR: peregrina, jatrofa-vermelha.

SINONÍMIAJatropha coccinea, Jatropha pandurifolia, Jatropha hastata 

FAMÍLIA: Euphorbiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América Central Insular (Antilhas) e países vizinhos.

PORTE: Normalmente de 2-3 metros de altura.

Nota: Encontrando ambiente favorável, pode atingir altura maior.

FOLHAS: Simples, alternadas, com tamanhos e formatos variados.

Leaf Jatropha integerrima


FLORES: As inflorescências despontam na extremidade dos ramos, são formadas por cachos com muitas flores, unissexuais (dioica), com cinco pétalas, que medem cerca de 2,5 cm de diâmetro, de coloração vermelho intenso e ocorrem durante o ano inteiro, mas principalmente no final da primavera e verão.

Flower Jatropha integerrima


FRUTOS: Medem cerca de 1-2 cm de comprimento e as sementes, de coloração amarelada ou marrom, geralmente menos de 1 cm.

TRONCO: Apesar de ser um arbusto com vários troncos finos, pode ser feita podas deixando um tronco único e conduzindo a planta como uma arvoreta.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, meia-sombra.

ÁGUA: Gosta de solo sempre úmido, mas nunca encharcado, para que não ocorra o apodrecimento radicular.

CLIMA: Tropical, tolerante ao clima subtropical desde que não ocorra um frio mais intenso, com ocorrência de geadas.

PODA: Para estimular novas brotações e uma florada mais intensa é importante podar no início da primavera, cerca de 1/3 da planta.

Nota: Utilizar instrumento bem afiado e esterilizado e passar fungicida (feito a base de cobre) nos cortes, para evitar entrada de doenças.

CULTIVO: Planta bastante rústica, aprecia solo rico em matéria orgânica, mantido úmido, mas que tenha ótima drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, misture bem na terra retirada da cova esterco animal sempre muito bem curtido, depois de 6 meses a manutenção deve ser feita com NPK, fórmula 04-14-08, colocando de 1-5 colheres de sopa sempre ao redor do caule na projeção da copa, incorporar levemente e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: É uma planta bastante ornamental que pode ser cultivada como arbusto ou pequena árvore em jardins, praças, canteiros e vasos grandes.

PROPAGAÇÃO: Por sementes e estaquia.

PLANTA TÓXICA: Todas partes da planta são tóxicas.

Nota: No manuseio usar luvas, pois a seiva leitosa pode causar irritação na pele. Não inalar fumaça da queima da planta.

PRAGAS E DOENÇAS: Insetos como pulgões, mosca-branca e outros costumam atacar a planta, ao notar a presença pulverize inseticida próprio para plantas para não deixar que ocorra uma grande infestação prejudicando a planta.


16 de jan. de 2026

CLEÓPATRA, TANGERINA-CLEÓPATRA - ( Citrus reshni )

 CLEÓPATRA, TANGERINA-CLEÓPATRA - ( Citrus reshni )

cleópatra-mandarim,  tree-fresh tangerines, Chota, Billi Kichili

NOME CIENTÍFICO: Citrus reshni.

NOME POPULAR: Cleópatra, tangerineira-cleópatra, cleópatra-mandarim,  tree-fresh tangerines, Chota, Billi Kichili (na Índia).

FAMÍLIA: Rutaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Índia.

PORTE: Conforme manejo pode atingir de 4 a 6 metros de altura, pode ser cultivada também em vasos.



FOLHAS: De coloração verde médio, brilhantes com nervura central bem definida.

Leaf  Citrus reshni


FLORES: São pequenas, brancas e perfumadas, em regiões quentes podem aparecer mais de uma vez durante o ano.


Flower Citrus reshni


FRUTOS
: De coloração vermelho-alaranjado, pequeno, casca áspera, com muitas sementes.

Fruit Citrus reshni


TRONCOGeralmente com casca lisa a levemente rugosa

LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Gosta de solo ligeiramente úmido, mas depois de adulta até resiste solo mais seco, devendo ser regada em caso de estiagem muito prolongada.

CLIMA: Aprecia clima quente a temperado, sem frio intenso.

PODA: Não necessária.

CULTIVO: As mudas poderão ser feitas a partir do caroço e tem germinação boa, como pode ser vista nas imagens dessa postagem.

Sead Citrus reshni


FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio misture bem na terra retirada da cova, esterco de gado muito bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Bastante conhecida e usada comercialmente como porta-enxerto e mais recentemente em cercas vivas.

Planting Citrus reshni


PROPAGAÇÃO: Por sementes.

IMAGENS DESTA POSTAGEM: Fotografei em Mogi Mirim / SP.

9 de jan. de 2026

DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILLA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM - ( Urechites lutea )

Urechites lutea

NOME CIENTÍFICOUrechites lutea.

NOME POPULAR: dipladênia-amarela, mandevilla-amarela, alamanda-selvagem.

SINONÍMIAVinca lutea, Pentalinon luteum.

FAMÍLIA: Apocynaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: América Central.

PORTE: Possui ramos lenhosos e volúveis que podem atingir entre 2,4 e 6 metros (8 a 20 pés) quando encontram suporte adequado.

Nota: A planta não se agarra sozinha, precisa de suportes como treliças e condução a medida que cresce.

FOLHAS: São de coloração de verde médio brilhantes na face superior e mais claras e opaca na face inferior, são perenes, ou seja durante o ano inteiro são vistas na planta.
 
Folha Urechites lutea

Folhas: MANDEVILA-AMARELA


FLORES: São grandes, vistosas, tem o formato de trombeta, sua cor é um amarelo-néon ou pálido, no verão é a época que desabrocham com maior intensidade, mas podem ser vistas durante todo o ano.
 
Flower Urechites lutea

Flor  DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM

TRONCO: Com o tempo os ramos se tornam lenhosos.

LUMINOSIDADE: Sol pleno, meia-sombra.

Nota: Para ter bom florescimento precisa receber pelo menos quatro horas de luz solar.

ÁGUA: Prefere solo mantido úmido, mas não encharcado, regar com mais volume no verão e menos no inverno.

Nota: Antes de regar a planta novamente, verificar se a camada superficial do substrato está seco.

CLIMA: Sendo natural da América Central, aprecia clima quente e úmido

PODA: Para estimular novas brotações, após a floração, pontas dos ramos com folhas e flores secas devem ser removidas.

CULTIVO: Gosta de solo rico em matéria orgânica, mantido ligeiramente úmido e que tenha boa drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Aplicar ao redor do caule, nunca junto a ele, cerca de 1 a 5 colheres de sopa (conforme tamanho da planta) de NPK 04-14-08, incorporar levemente ao substrato para não danificar as raízes e regar em seguida.

UTILIZAÇÃO: Devido sua beleza e floração prolongada é bastante utilizada no paisagismo, podendo ser cultivada no solo e em vasos, ideal para cobrir muros, cercas e pergolados. 

PROPAGAÇÃO: Por estacas.

PLANTA TÓXICA: Todas as partes da planta são tóxicas, manusear com luvas pois causam irritação na pele.

PLANTA TÓXICA: A seiva leitosa pode causar queimaduras na pele e mucosa.

PRAGAS E DOENÇAS: Pode ser atacada por pulgões e cochonilhas e doenças fúngicas aparecendo como manchas foliares, ocorrem devido excesso de umidade nas folhas.

FOTOS DESTA POSTAGEM: As imagens fiz em Holambra / SP.

DIPLADÊNIA-AMARELA, MANDEVILLA-AMARELA, ALAMANDA-SELVAGEM - ( Urechites lutea )